Quem resiste a uma comida de conforto?

2017-11-30

Quem resiste a uma comida de conforto?

Comida de conforto é-nos bem familiar. É só pensar na canja de galinha que a nossa mãe fazia mal estivéssemos constipados, no bolo caseiro de chocolate a que não resistimos rapar a massa enquanto o preparamos, até ao clássico assado de domingo. Assim, já sabem do que estamos a falar, certo?

A Comida de Conforto é emocional. As emoções que desperta relacionam-se principalmente com a nossa infância, com um lugar ou estado mental onde nos sentimos contentes e protegidos.

A maior parte de nós encontra esse conforto em alimentos calóricos, ricos em gorduras e açúcar. São alimentos que provocam satisfação imediata. E que nos enchem de prazer enquanto os consumimos. Aquela taça de gelado de nata que nos acompanha durante um filme, o prato de massa com um suculento molho de tomate que apetece fora de horas, a barra de chocolate para compensar um longo dia de trabalho.

Não é preciso ter fome para “desejar” este tipo de alimento. O que existe é “vontade” de comer, com sentimento, para satisfazer momentaneamente uma emoção. No fundo, é uma forma de o nosso cérebro se transportar até à memória de um momento maravilhoso ou de alguém especial.

Por isso, acabemos com o sentimento de culpa, caso exista medo de engordar. Uma escapadinha uma vez por outra não faz mal nenhum e a angústia pesa muito mais que um pecadilho nutricional aqui e ali. E da próxima vez que o dia correr menos bem, que tal oferecermo-nos a nós próprios um arroz de polvo malandrinho, umas bolachinhas com manteiga ou um folhado de queijo ainda quentinho?

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